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Terça-feira, 20 de Setembro de 2011

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Vínculo socioafetivo prevalece, e impede anulação de paternidade por erro PDF Imprimir E-mail
STJ, Terceira Turma - REsp 1.078.285-MS, Rel. Min. Massami Uyeda
julgado em 13/10/2009 - Fonte: Informativo STJ nº 411, em 16/10/2009

A ausência de vínculo biológico (afastado por exame de DNA) não teve o condão de desconstituir a filiação, pois foi reconhecido juridicamente que se estabeleceu o vínculo socio-afetivo entre pai e filho, porquanto, só após 22 anos do nascimento do filho, o pai propôs ação negatória de paternidade combinada com retificação de registro civil. Com esse entendimento, a Turma negou provimento ao REsp do pai. Apontou o Min. Relator que, nas instâncias ordinárias, ao contrário do sustentado no REsp, ficou inconteste não haver adoção à moda brasileira, pois o recorrente, ao proceder ao registro da paternidade, não tinha conhecimento da inexistência de vínculo biológico e, apesar da alegação de dúvidas, portou-se como pai, estabelecendo vínculo de afetividade. Explicou que a paternidade fundada no vínculo socio-afetivo não é construção doutrinária nem jurisprudencial, mas encontra proteção no § 6º do art. 227 da CF/1988, que veda diferenciação entre filhos havidos ou não de relação de casamento, e no art. 1.595 do CC/2002, que reconhece o parentesco civil resultante de origem não consanguínea. Observou que o reconhecimento espontâneo da paternidade somente pode ser desfeito se demonstrado o vício de consentimento ou falsidade do registrado, conforme disposto no art. 1.604 do CC/2002. Esclareceu que, por erro de conhecimento, deve-se compreender a falsa representação da realidade ou idéia falsa da realidade, tal como apregoado na doutrina. Ademais, no contexto dos autos, não se denota emprego de diligência apta a configurar o alegado erro substancial escusável. Anotou ainda que o erro essencial apto a anular a filiação assentada no registro civil deve estar evidenciado nos autos de forma clara e robusta, o que não se verificou no caso. Precedentes citados: REsp 932.692-DF, DJe 12/2/2009, e REsp 1.022.793-RS, DJe 3/2/2009. REsp 1.078.285-MS, Rel. Min. Massami Uyeda, julgado em 13/10/2009.

Nota: Ver notícia "Vínculo socioafetivo prevalece, diante de pedido de anulação de paternidade por erro"
 

Comentários  

 
0 #1 Carlostfd 21-08-2011 10:29
Antigamente as mulheres vagabundas davam o golpe da barriga, mas agora podem dar o golpe da socioafetivi dade, nem precisam engravidar da vítima.
É um absurdo o judiciário reconhecer paternidade socioafetiva quando existe vício de consentiment o.
Para tornar mais fácil ainda este golpe, inventaram agora lei de alimentos gravídicos.
O legeslativo e o judiciário estão ajudando a matar as vagabundas, pois se a vítima quizer justiça tem que fazer com as próprias mãos e stão fazendo.
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